O que fazer para colocar um dente perdido? Implante nos dentes? A cirurgia, como é feita? E o preço, é caro? 50 anos- A dentadura não para? O que fazer? Estética dental, nos casos dos implantes.

Seguimos todos os protocolos e com segurança.

Usamos motor para colocação dos implante, de última geração, computadorizado e com isso temos mais rapidez e segurança na cirurgia.

E parafusos e componentes, que utilizamos são de norma ISO, que atestam a qualidade desses implantes.

Que tal ter mais firmeza e segurança ao mastigar e usar uma dentadura e evitar que fique soltando?

Muitos dos nossos pacientes, optam por usar uma dentadura sobre implantes dentários (chamado de protocolos). E ficam bem contentes com a estética dos dentes, parecendo que são de verdade.

O protocolo, pode ser feito de dois tipos:

1- Prótese implanto muco suportada, que é quando a prótese é fixada, com o’ring (anel de borracha) e barra clip e pode ser removida, pelo paciente. Pode ser feito com poucos parafusos. (4 parafusos)

2- Prótese implanto suportada, é fixada com parafusos é só removida pelo dentista. É usada de 6 a 8 parafusos.

Dentadura, feita com material e dentes importados. 

Uma aparência mais natural, semelhante aos dentes naturais.

Ou podemos usar os parafusos, para substituir um ou mais dentes que faltam, evitando o desgastes dos dentes vizinhos, e o uso de coroas, canal, pinos que antes era usado para a confecção de uma prótese fixa (fica mais barato, que uma prótese fixa) ou o uso de pontes móveis, com grampos, que podem soltar essa ponte ao mastigar ou cariar os dentes de apoio, desses grampos.

Hoje, sabe-se que, implantar dentes, feitos com materiais à base de titânio, são bem tolerados e faz com que haja, uma integração do osso, com o material utilizado e assim a implantodontia deixou de ser uma esperança para se tornar uma realidade biologicamente aceitável, com prognósticos de sucesso de 94% nos casos de implantes maxilares e de 97% nos casos de implantes mandibulares.

O que é osseointegração?

No caso, dos parafusos de dentes em ortopedia, feitos em titânio. A osteointegração significa, que ao contarmos um osso, com um implante, ao meio veremos que o osso e o titânio, estão em contato íntimo, sem outro tipo de tecido, entre eles.

O parafuso consiste em um cilindro, feito de titânio , de alta pureza, usinado, que se comporta, como uma raiz dentária artificial. Apresenta uma rosca interna e externa, dependendo do tipo de implante utilizado. A externa é para aumentar a área, de integração com o osso e a interna para suportar a futura prótese, que pode ser uma coroa artificial ou uma, ponte fixa.

Para a implantação de dentes, existem algumas limitações, tais como idade, anatomia e condições orgânicas do paciente (como, por exemplo, diabetes em uma taxa alta, quando não se pode ter o controle adequado). Só pode ser colocado em um paciente que possua o desenvolvimento completo (17 anos nas moças e 18-19 anos nos rapazes) e nos idosos, poderão ser instalado sem problemas, naqueles que possuam boas condições orgânicas.

Infelizmente é contra indicado os implantes de dentes em alguns pacientes portadores de Diabetes, com taxa de glicose no sangue alta, e que não se consegue uma redução desses níveis, para índices aceitáveis, pois nestes pacientes a osteointegração (a adesão do osso ao implante, fica prejudicada).

A implantação é realizada em seis etapas:

Planejamento: É mais difícil e importante das etapas. Nela serão solicitados exames radiográficos com marcadores especiais que permitam uma medição exata da quantidade de osso disponível em seus maxilares. Quanto maior a quantidade (altura e espessura e qualidade do osso), maior poderá ser o tamanho do implante dentário e consequentemente maior a resistência do mesmo. Serão avaliados minuciosamente as estruturas orais, (incluindo dentes, gengivas, mucosas, língua, músculos da mastigação, padrão de mordida e desoclusão dos dentes, avaliação da saliva e hábitos higiênicos). Serão feitos modelos de gesso, das arcadas dentárias para estudo, os quais serão montados em um articulador (aparelho para o estudo dos movimentos mastigatórios). Nele, serão estudados a forma e função dos seus dentes naturais, possibilidades e alternativas de próteses (planejamento dos dentes artificiais). Serão solicitados exames laboratoriais, para avaliar sua condição geral de saúde e metabolismo ósseo e, ainda, exames específicos para detectar sua qualidade óssea.

Doenças gengivais, cáries, infecções, dentes com tratamento de canais duvidosos e má higiene (acúmulo de placa microbiana) contra indicam a colocação de implantes.

Colocação de parafusos. Primeira fase cirúrgica: Depois da aplicação de anestesia, é feita a incisão e descolamento da gengiva, no local previamente determinado para a colocação dos implantes (esses passos são feitos, se não for preciso enxerto de ossos antes). São feitas cavidades no osso (uma para cada implante) onde serão alojados os implantes (normalmente, utilizamos os implantes do tipo parafuso, por possuir uma maior área de contato com o osso, do que os implantes cilíndricos).

Eles são parafusados no osso (a semelhança que se faz para aparafusar um parafuso, em uma madeira).

Com a colocação dos parafusos, existem 3 possibilidades, dependendo da técnica a ser utilizada:

A- A colocação de uma tampa sobre implante (existe uma rosca, na cabeça do implante dentário, onde é fixada essa tampa) e sutura.

B- A colocação de uma tampa sobre a parte do implante e também de enxerto ósseo, caso necessário e sutura.

C- A colocação imediata de um dente provisório e sutura. (o paciente já sai com os dentes sobre os implantes). Obs: Essa técnica é utilizada, só quando temos condições de fazê-la, pois depende de vários fatores, para não prejudicar o parafuso dentário, recém colocado.

Reabertura: É a segunda fase cirúrgica. Com um mínimo de 4 meses, na arcada inferior e 6 na superior, após a primeira fase cirúrgica, é feita uma pequena abertura na gengiva, para expor a tampa e retirada dessa tampa, para acomodar um conector (chamado de cicatrizador), que vai unir a raiz artificial à coroa (o novo dente) e dar o contorno adequado à gengiva;

Moldagem: Uma vez cicatrizada a gengiva, é feita uma moldagem d modelos de gesso da boca e parafusos.

Próteses provisórias: Feitas em acrílico da cor dos dentes, para estimular a maturação óssea e adaptação gengival em volta das raízes artificiais;

Dentes definitivos: Como todas as conexões são pré-fabricadas, a adaptação e a justeza do trabalho são incomparáveis. Os dentes são parafusados sobre as raízes artificiais e podem ser removidos, sem esforço pelo profissional, caso seja necessário algum reparo da porcelana, tratamento gengival ou aumento da prótese por perda de algum outro dente natural. Mesmo na ausência, de qualquer destas intercorrências, anualmente, é aconselhável o desparafusamento e um polimento. O conector, que aparece sob os dentes, pode ser recoberto com resina da cor dos dentes vizinhos, para melhor estética.

Carga Imediata, o que é?

Carga Imediata é a colocação imediata de um “coroa provisória”, já no ato cirúrgico da colocação do implante, não aguardando o prazo de 4 ou 6 meses Esse tipo de procedimento, só pode ser usado, em certos casos, em que não vai haver carga mastigatória excessiva, sobre esse implante, pois se isso ocorrer, pode haver perda, do implante dentário.

Causas de falência, após a colocação do implante dentário:

Estudos estatísticos apontam que, dentre os poucos casos de insucessos, levando a perda, a esmagadora maioria é causada por falta de cuidados higiênicos adequados e a consequente formação de placa microbiana, entre as raízes artificiais e as gengivas.

“É importante que o paciente exponha ao profissional e que esse ouça atentamente a sua expectativa, em relação a reabilitação dental com a utilização de implantes e, também que o profissional mostre a esse paciente, o que é indicado a ele, expondo o que pode ou que não pode ser feito, em relação aos implantes, de maneira clara, para se poder ter um bom sucesso, nesse tipo de tratamento”

Sorriso estético, de aparência natural em uma dentadura.

Reabilitação e estética dental, visando o tratamento da ATM ou DTM:

Visa restabelecer ou corrigir a forma, posicionamento e o equilíbrio estético e funcional dos dentes.

Além do planejamento de um tratamento, que visa alcançar o objetivo pretendido pelo paciente, que geralmente é ter um sorriso de boa aparência, deve-se pensar antes, na parte funcional dos dentes, para proporcionar a ele uma boa fonação e mastigação dos alimentos.

Também, deve-se procurar alcançar um perfeito equilíbrio dos dentes, músculos e articulações; devendo para isso, quando necessário, reavermos antes da reabilitação oral, esse equilíbrio, através do tratamento da ATM (ou DTM), a fim de eliminarmos sintomas relacionados, como tontura, enjoo, estalos ou zumbidos no ouvido, chamados de labirintite, dor de cabeça, e hábitos como o bruxismo ou briquismo, por exemplo.